GYMBOSS

18 02 2011

Gym Boss – Timer count
Com gym boss o seu treino intervalado terá ainda mais qualidade fará com que qualquer exercício seja mais fácil de planejar e executar com mais precisão e coerência. Pense em usar toda a sua atenção à correção do exercícios dos alunos novos ou ainda incentivar os mais experientes, ao invés de ficar contando séries e repetições. Gym Boss Faz isso para você

Funcionalidades

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  • Modo Auto continua repetindo através de intervalos
  • Configure até 99 voltas
  • Manual auto com contagem regressiva
  • Função Cronômetro
  • Alarme de beep, vibração, ou ambos
  • duração
    do alarme de 1, 5 ou 10 segundos
  • Tamanho de um pager pequeno(1
    3 / 4 x 2 1 / 4 polegadas)
  • resistente a Água e choques
  • bateria AAA necessário

Maximize o seu treinamento para aumentar:

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O timer GYMBOSS intervalo e cronômetro é perfeito para:

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  • Crossfit
  • Levantamento de pesos
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Exercícios físicos podem melhorar memória de idosos

4 02 2011
Poucos minutos dedicado aos exercícios geram ótimos resultados. Pesquisa contesta que a atrofia no hipocampo de idosos é inevitável.

A prática regular de exercícios físicos moderados durante um ano pode aumentar o tamanho do hipocampo cerebral em adultos com mais de 55 anos, proporcionando um aumento da memória espacial, segundo um novo estudo.

O hipocampo é a área do cérebro responsável pela formação de todos os tipos de memória.

O estudo, conduzido por pesquisadores das universidades de Pittsburgh, Illinois, Rice e Ohio State, foi publicado na revista especializada “Proceedings of the National Academy of Sciences”.

“Os resultados de nossa pesquisa são particularmente interessantes por sugerirem que mesmo modestas quantidades de exercício podem fazer com que adultos idosos sedentários registrem melhora substancial da memória e da saúde do cérebro”, explica Art Kramer, diretor do Beckman Institute na Universidade de Illinois e principal autor do estudo.

“Estas melhorias têm implicações importantes para a saúde de nossos cidadãos e para o aumento da população idosa em todo o mundo”, acrescenta.

Pesquisa

Para seu projeto, os cientistas convocaram 120 idosos sedentários sem qualquer sinal de senilidade e divididos ao acaso em dois grupos. O primeiro começou a praticar um regime de exercícios leves, como caminhar 40 minutos por dia, três vezes por semana. O segundo manteve apenas atividades como alongamento e exercícios de tonificação muscular.

Os resultados mostram que o grupo que praticou a atividade aeróbica registrou um aumento do volume do hipocampo nos dois lados do cérebro (2,12% no esquerdo, 1,97% no direito).

As mesmas regiões do cérebro dos participantes que ficaram no grupo dos exercícios de alongamento sofreram um aumento de 1,4% e 1,43%, respectivamente.

“Estamos acostumados a achar que a atrofia que ocorre no hipocampo no fim da vida é praticamente inevitável”, diz o autor. “Mas nós mostramos que mesmo exercícios moderados durante um ano podem aumentar o tamanho desta estrutura. O cérebro nesta fase permanece maleável”

Fonte: Folha.com





Fazer a sesta ajuda a fixar lembranças, diz estudo…

4 02 2011

O melhor meio de não esquecer uma poesia ou um teorema que uma pessoa acaba de aprender pode ser o simples ato de fazer a sesta, consideram cientistas alemães, eles mesmos surpreendidos com a descoberta.

Suas experiências, publicadas na revista “Nature Neuroscience”, mostram, com efeito, que o cérebro resiste melhor durante o sono a tudo o que pode misturar ou alterar uma lembrança recente.

Estudos precedentes já haviam provado que a memória recente, estocada temporariamente numa região do cérebro chamada hipocampo, não se fixa imediatamente. Sabe-se, também, que a reativação das lembranças, pouco tempo após serem adquiridas, desempenha um papel determinante em sua transferência para a zona de estocagem permanente, o neocórtex, espécie de “disco rígido” do cérebro.

Mas, por exemplo, aprender um segundo poema no intervalo pode tornar mais difícil gravar o primeiro na memória longa.

Partindo do princípio de que o sono não tivesse nenhuma influência neste processo, Bjorn Rasch e seus colegas da Universidade de Lübeck (Alemanha) quiseram se assegurar numa experiência.

Pediram então a 24 voluntários que memorizassem 15 pares de cartas com imagens de animais e objetos comuns. Quarenta minutos mais tarde, a metade dos que foram mantidos despertados, precisaram memorizar uma outra série de cartas levemente diferentes.

A outra metade, os doze outros voluntários, tiveram o direito de fazer uma curta sesta antes de memorizar a segunda série de cartas.

Os dois grupos foram testados em seguida sobre sua capacidade de se lembrar da primeira série.

Para grande surpresa dos cientistas, os que dormiram um pouco tiveram um desempenho melhor, lembrando-se, em média, de 85% das cartas, contra 60% entre os que foram mantidos acordados.

“Pensamos que a razão deste resultado inesperado é que a transferência das lembranças entre o hipocampo e o neocórtex havia começado já nos primeiros minutos de sono”, explicou Susanne Diekelmann, responsável pelo estudo.

Após um sono de apenas 40 minutos, uma quantidade importante de lembranças já havia sido “telecarregada” numa zona do cérebro na qual “não podiam mais ser misturadas por novas informações tratadas no hipocampo”, explicou ela.

Segundo Diekelmann, o efeito benéfico das siestas na consolidação da memória poderia ter implicações interessantes para as atividades de aprendizagem intensiva, como a de línguas estrangeiras.

O processo poderia também beneficiar as vítimas da síndrome de estresse pós-traumático, uma doença que atinge as pessoas que viveram situações extremas (acidente grave, atentado, agressão, etc.), ajudando-as a reconfigurar suas lembranças.

 





Alteração nos níveis de hormônios explicam efeito “sanfona”

28 01 2011

Leptina-Grelina pode ser marcador biológico para ajuste de peso.
Descoberta indica novas estratégias para combater o obesidade.

Quando decide perder peso, a designer de interiores Regina Nunes, 45, é rápida: emagrece quatro quilos em duas semanas. Mas, em sete dias, recupera tudo. “Se me estresso com alguma coisa no trabalho ou na vida pessoal, já me vejo comendo o que não devo.”

A servidora pública Camila de Abreu, 31, sofre desse mal desde a adolescência. “Antes do meu casamento, tinha emagrecido dez quilos. Na lua de mel, uma semana depois, recuperei seis.”

No guarda-roupa, suas calças vão do tamanho 40 ao 48. O marido, que tem o mesmo problema, tem calças do número 40 ao 52.

Todos eles são vítimas do chamado efeito “sanfona”.

Agora, um estudo das universidades de Navarra e Santiago de Compostela, Espanha, aponta a existência de um marcador biológico que pode explicar esse vaivém.

Uma alteração nos níveis dos hormônios que controlam a fome e a saciedade explicaria o problema.

Os pesquisadores recrutaram 104 pessoas obesas ou com sobrepeso e as submeteram a uma dieta de baixa caloria durante oito semanas.

Após esse período, elas deviam manter hábitos saudáveis por outras 24 semanas, por conta própria.

Ao fim do acompanhamento, os pesquisadores descobriram que 49 das 104 pessoas recuperaram ao menos 10% do peso perdido durante a dieta.

Entre os que engordaram, os níveis do hormônio leptina eram maiores e os do hormônio grelina eram menores, comparados às taxas dos que mantiveram o peso.

A conclusão é que essas concentrações podem determinar quais pessoas têm tendência a voltar ao peso original depois de uma dieta.

Marcador

A grelina estimula o apetite. Ela é produzida no estômago e no intestino e sinaliza, no cérebro, a vontade de comer. Sua concentração no sangue varia durante o dia.

Antes das refeições, ela atinge picos, criando a sensação de fome. Depois, ela cai, contribuindo para a sensação de saciedade.

Já a leptina é produzida nas células de gordura e em quantidades proporcionais à massa do indivíduo. Quanto maior a quantidade de gordura estocada, maior a sua concentração.

Segundo Alfredo Halpern, chefe do grupo de obesidade do Hospital das Clínicas, os resultados encontrados pelo grupo espanhol sugerem uma estratégia mais individualizada para combater o problema.

“Poderíamos dar mais atenção a quem tem essas especificações e providenciar mais cuidados, encontrando, por exemplo, quem é mais candidato a uma cirurgia”, afirma.

Ricardo Meirelles, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, diz que a pesquisa explica um dos mecanismos que mais dificultam o tratamento da obesidade.

“Os fatores que levam a essa recuperação do peso não são claros. O estudo mostrou um deles. Se o resultado for confirmado, poderemos aumentar o alerta sobre certas pessoas.”

Ele afirma, porém, que mais pesquisas são necessárias. “A obesidade é muito frequente, a amostragem deveria ser maior”, diz.

Fonte: Folha.com





Viver juntos, sem casar, causa depressão.

20 01 2011

Se és daquelas pessoas, modernas, solteiras, que não esta pensando em partir para o casamento, mas sim para apenas juntar os trapinhos e viver juntos, então tenha cuidado.

Pronto: na prática, estão casados. Mas, também na prática, têm maiores probabilidades de acabarem de cara feia e sem vontade de sair da cama (pelos piores motivos) do que os casais casados de fato.
“Os casais que apenas vivem juntos reportam níveis mais altos de depressão do que os que são casados”, alertam investigadores da Bowling Green State University, em Ohio (EUA). O motivo? O sentimento da falta de estabilidade no relacionamento, que atinge os “juntos” 25% mais do que os casados pela lei. “E isso é especialmente verdade entre os casais que estão juntos há muito tempo”, diz o estudo.

Fonte: www.bgsu.edu





Saiba onde começar… Ranking da Forbes!

20 01 2011

Ranking da Forbes
1. Squash
2. Remo
3. Escalada
4. Natação5. Cross-country Skiing
6. Basquete7. Ciclismo
8. Corrida
9. Pentatlo
10. Boxe

Entenda os quesitos da eleição

:: Força muscular: máxima tensão que um músculo ou grupo muscular consegue chegar, segundo o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM).

:: Resistência cardiorrespiratória: capacidade de utilizar oxigênio para gerar energia, expressa pelo VO2máx. Quanto mais, melhor!

:: Resistência muscular: capacidade de resistir à fadiga, fazendo o maior número de contrações sem diminuir frequência, força, velocidade ou amplitude do movimento.

:: Flexibilidade: amplitude de movimentação de uma articulação ao longo do movimento.

:: Risco de lesões: risco de lesionar algum músculo ou articulação durante a prática do exercício.

:: Gasto calórico: quantidade de calorias gastas para realizar os movimentos que a atividade exige.
Notas da corrida de rua
Resistência cardiorrespiratória: 5
Força muscular: 3Resistência muscular: 4
Flexibilidade: 1.5
Gasto calórico em 30min (431kcal): 4
Risco de lesões: 1

Agora é vestir o tenis e ir para rua…

Fonte: Correio Braziliense





Cientistas identificam “neurônios Facebook”

20 01 2011

Cientistas da Universidade Carnegie Mellon (EUA) descobriram que, dentro do neocórtex cerebral, existe uma sub-rede de neurônios altamente ativos que se comportam como pessoas em redes sociais.

Como no Facebook, essas redes neuronais têm uma pequena população de membros altamente ativos que fornecem e recebem mais informações do que a maioria dos outros membros. Segundo Alison Barth, um dos autores do estudo, os cientistas vão agora ser capazes de estudar esses neurônios específicos e compreender melhor o neocórtex, que se acredita ser o centro de aprendizado de mais alto nível do cérebro. Neocórtex Formado por trilhões de neurônios, o neocórtex é a parte do córtex cerebral responsável por uma série de funções importantes, incluindo a percepção sensorial, a função motora, o raciocínio espacial, o pensamento consciente e a linguagem. Embora os neurocientistas estejam estudando o neocórtex há mais de 40 anos, as tecnologias disponíveis até agora só forneciam uma visão geral das grandes áreas do cérebro, não tendo uma resolução suficiente para mostrar neurônios individuais.

Embora já suspeitassem que apenas uma pequena proporção dos neurônios faz a maior parte do trabalho no neocórtex, os cientistas não tinham evidências experimentais disso. Neste novo estudo, publicado na revista Neuron, os pesquisadores utilizaram um modelo de camundongo transgênico para ver claramente quais neurônios neocorticais são mais ativos. Neurônios Facebook O modelo animal tem uma proteína verde fluorescente (GFP) ligado ao gene Fos, que é dependente da atividade. Isto faz com que o neurônio literalmente se acenda quando está ativado.

Barth e seus colegas puderam ver que os neurônios não eram mais ativos por ser intrinsecamente mais excitáveis – na verdade, esses neurônios pareciam estar mais calmos do que seus vizinhos inativos. O que os torna mais ativos é a informação que recebem. De acordo com Barth, parece que essa rede ativa de neurônios no neocórtex atua como uma rede social. Há uma população de neurônios pequena, mas significativa, que dispara mais do que os outros neurônios. Eles fazem a maior parte do trabalho pesado, fornecendo e recebendo mais informações do que o resto dos neurônios em sua rede. “É como no Facebook.

A maioria dos seus amigos não posta muito – quando posta. Mas há uma pequena porcentagem dos seus amigos no Facebook que atualiza seu status e sua página frequentemente. Essas pessoas têm mais chance de estarem ligadas a mais amigos. Assim, além de compartilharem mais informações, eles também estão recebendo mais informações de sua rede ampliada, que inclui outros participantes mais ativos,” explica Barth. Impactos reais na neurociência Os resultados deverão ter um forte impacto sobre a neurociência.

Agora que os pesquisadores são capazes de identificar e visualizar estas células individuais, eles poderão começar a determinar por que elas são mais ativas e o quanto sua atividade é estável. O grupo pretende estudar estes neurônios para descobrir o papel que desempenham na aprendizagem. Os resultados também vão ajudar a avançar a neurociência computacional, especificamente na área de codificação esparsas – os cientistas vão estudar como o cérebro usa uma pequena população de neurônios para codificar a informação.

Diário da Saúde

 





Tempo demais sentado eleva risco cardíaco

16 01 2011

Pessoas que praticam atividades físicas também são afetadas.
Conclusões sobre o estudo criam discussão entre os médicos.

Levantar mais vezes, mesmo que seja para beber água ou mudar o canal da televisão, diminui o risco de desenvolver doenças cardíacas.

A conclusão é de pesquisadores da Universidade de Queensland, Austrália, em estudo publicado hoje na versão on-line da revista “European Heart Journal”.

Segundo a pesquisa, até quem é sedentário, mas faz várias pausas para levantar durante o dia, tem menor risco do que quem faz atividades físicas e fica longos períodos sentado.

A pesquisa acompanhou 4.757 pessoas com mais de 20 anos entre 2003 e 2006. Cada voluntário recebeu um aparelho que monitorou a atividade física durante sete dias.

Também foram medidos os níveis de quatro marcadores de risco de doença cardiovascular: a quantidade de uma proteína que sinaliza a formação de aterosclerose, os níveis de HDL (colesterol “bom”), triglicérides e a circunferência abdominal.

Quem se movimentou mais teve todos os índices melhores.

A diferença mais significativa foi na circunferência abdominal: os participantes que ficaram menos tempo sentados sem pausas tiveram, em média, 4,1 centímetros a menos de cintura do que as pessoas que ficaram paradas na mesma posição.

“Já se sabe que a atividade física moderada ou intensa reduz o risco cardiovascular. O surpreendente é que o estudo mostra que mesmo as pequenas quebras no sedentarismo já ajudam”, diz Raffael Fraga, cardiologista do Incor (Instituto do Coração).

Segundo Fraga, uma das explicações é que mesmo as atividades físicas mais leves aumentam o gasto energético total diário e, consequentemente, ajudam a diminuir a circunferência abdominal.

A gordura intra-abdominal está relacionada à probabilidade maior de desenvolver aterosclerose e também ao aumento do colesterol.

“Qualquer redução na gordura abdominal já representa uma queda de risco. Quatro centímetros é uma diferença muito grande”, diz o cardiologista Ricardo Pavanello, do HCor (Hospital do Coração).

O recomendado, segundo a Federação Internacional de Diabetes, é que mulheres tenham no máximo 80 cm de cintura e homens, 94 cm.

Fonte: Folha.com

 





Sedentarismo pode agravar os problemas relacionados com a artrite.

15 01 2011

Flexibilidade, força muscular e consciência corporal são alguns dos benefícios.

Pessoas que são fisicamente ativas são mais saudáveis, mais felizes e vivem mais do que aquelas que são sedentárias. “E isso é especialmente verdade para as pessoas com artrite, apesar da doença ser apontada como a causa mais comum para a inatividade e a ausência de atividades recreativas”, diz o reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti, diretor do Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo).

Pacientes com artrite costumam evitar os exercícios físicos por uma série de razões. “Alguns pacientes evitam as atividades físicas devido ao medo da dor articular ou de ferimentos; outros evitam os exercícios pelas mesmas razões dos que não têm artrite: relutância em mudar o estilo de vida”, explica o médico.

O sedentarismo, além de agravar os problemas relacionados com a artrite, pode resultar em uma série de outros riscos à saúde, incluindo o diabetes tipo II e as doenças cardiovasculares. “A diminuição da tolerância à dor, a fraqueza muscular, a rigidez articular e a falta de equilíbrio, comum a muitas formas de artrite, podem ser agravadas pela falta de exercícios físicos”, destaca Sérgio Lanzotti.

Para as pessoas com artrite, o exercício é parte importante do tratamento, uma vez que, juntamente com a manutenção do peso saudável, a prática pode ajudar a aliviar as dores da doença reumática. “Não é necessário treinar como um triatleta para experimentar os benefícios do exercício físico. Iniciar os exercícios lentamente, com intensidade reduzida, irá permitir que o paciente adote com mais facilidade um plano de exercícios bem-sucedido, que irá beneficiar a sua artrite e a sua saúde geral”, observa o diretor do Iredo.

Benefícios para o paciente reumático

Cada tipo de exercício tem um efeito positivo na redução da dor associada à artrite e às outras doenças reumáticas. Conheça alguns destes benefícios:

Mais flexibilidade – os exercícios ajudam a manter ou a melhorar a flexibilidade das articulações e dos músculos adjacentes afetados pela doença. Os benefícios incluem uma melhor postura, redução do risco de lesões e melhora da função. Exercícios de flexibilidade devem ser realizados de cinco a 10 vezes por dia, enquanto os exercícios de alongamento devem ser realizados, pelo menos, três dias por semana;

Reforço da musculatura – os exercícios de fortalecimento são projetados para trabalhar os músculos. Músculos fortes melhoram sua função e ajudam a reduzir a perda óssea relacionada à inatividade. Para as pessoas com artrite, um conjunto de exercícios para os principais grupos musculares é recomendável pelo menos 2-3 vezes por semana. “A resistência ou o peso deve desafiar os músculos, sem aumentar a dor nas articulações”, observa o reumatologista;

Melhora da capacidade aeróbica – exercícios aeróbicos incluem atividades que usam os grandes músculos do corpo de uma maneira repetitiva e rítmica. O exercício aeróbico fortalece o coração e o pulmão. Para as pessoas com artrite, este tipo de exercício agrega outros benefícios, tais como controle de peso, melhora do humor, do sono e da saúde em geral. Formas seguras de realizar exercícios aeróbicos incluem caminhada, dança aeróbica, hidroginástica, ciclismo ou exercícios em equipamentos como bicicletas ergométricas e esteiras. “As recomendações atuais para atividade aeróbica são 150 minutos de exercícios de intensidade moderada por semana, de preferência, distribuídos por vários dias na semana”, orienta Sérgio Lanzotti;
Consciência corporal- exercícios de consciência corporal abrangem atividades para melhorar a postura, o equilíbrio, o senso de posição articular, a coordenação e o relaxamento. “Tai chi e yoga são exemplos de exercícios recreativos que incorporam elementos da consciência corporal e podem ser muito

úteis para pacientes artríticos”, diz o médico (MW- Consultoria de Comunicação).

Fonte: Bonde.com.br

 





Correr na praia, conheça os benefícios e os cuidados que se deve ter

4 01 2011

O terreno arenoso oferece muitos pontos positivos para o seu treino, pois fortalece os músculos, trabalha o corpo por inteiro, melhora a estabilidade, beneficia o exercício de conscientização corporal – que chamamos de propriocepção – e traz uma sensação de bem-estar incrível, privilégio para os adeptos que experimentam este tipo de ambiente. Porém, o praticante deve estar alerta para alguns cuidados que devem ser tomados e saber se o seu corpo está preparado para este tipo de esforço, pois o terreno exigirá um empenho maior de seu corpo. Para que você possa iniciar esta prática com segurança, listamos abaixo os benefícios e cuidados que você deve ter ao se exercitar neste tipo de solo.

Benefícios Psicológicos

1. Relaxa do stress de ambientes fechados.

2. Respira-se um ar com mais qualidade.

3. O contato com a natureza estimula a sensação de bem-estar produzindo hormônios bons.

4. O barulho do mar tranquiliza a mente, diferente do barulho das esteiras em academias ou ainda, do som alto dos carros quando a pista de corrida é ao lado da orla.

5. Se o treino for realizado pela manhã (antes das 10:00) ou no fim da tarde (após as 16:00), você poderá usufruir dos benefícios dos raios solares bons, ajudando na fixação de cálcio nos ossos por causa da maior produção de vitamina D, além de energizar a pessoa causando sensação de felicidade!

Benefícios Físicos

1. Correr em solo arenoso fortalece os músculos das seguintes regiões: glúteos, coxas, panturrilhas, abdômen e coluna lombar.

2. Fortalece os ligamentos, tendões e articulações, principalmente dos tornozelos, joelhos e quadril.

3. Desenvolve equilíbrio e estabilidade.

4. Beneficia o trabalho de propriocepção (conscientização corporal: capacidade do indivíduo perceber e comandar seu corpo em determinado espaço).

5. Por causa do maior esforço (terreno fofo) requer maior energia, consequentemente , maior gasto calórico.

6. Correr na areia mais dura, perto da água, gera menos impacto do que no asfalto, diminuindo o stress nas articulações e tíbia (“osso da canela”).

7. Há um aumento do estímulo proprioceptivo, o que gera maior controle muscular e estabilidade das articulações do quadril, joelho e pés.

8. No final do treino pode-se correr devagar na água, pela altura da canela, para relaxar as musculaturas.

9. O banho de mar pós-treino revigora. Esse efeito energizante deve-se às propriedades benéficas da água salina. A água marinha contém mais de oitenta elementos químicos, entre os quais o cálcio, o zinco, o silício e o magnésio, que são usados para o tratamento de doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Elementos como o potássio, ferro, iodo e cloreto de sódio eliminam toxinas e melhoram o nosso sistema de defesa imunológico. Já o sal marinho possui propriedades cicatrizantes e antissépticas. Além disso, as ondas do mar atuam como verdadeiras sessões de massagem, pois estimulam a circulação sanguínea causando um aumento de oxigenação das células, aliviando ainda tensões musculares.

Cuidados

1. Quando for começar, diminua o ritmo que você está acostumado a correr em solo plano. O terreno arenoso é mais pesado e difícil.

2. É possível que a praia seja inclinada, portanto, divida o tempo de treino igualmente e corra para uma direção e depois a outra para que o esforço seja equilibrado nos dois lados do corpo.

3. Cuidado com os obstáculos que se formam com a areia: ondulações, buracos, poças de água… Assim você evita torcer o tornozelo e o joelho.

4. O aquecimento antes e alongamento pré e pós-treino são fundamentais porque na areia a exigência é bem maior aumentando esses cuidados.

5. O protetor solar também é muito importante já que na praia temos a incidência do reflexo dos raios solares através da areia queimando mais a pele.

6. Correr ou não com tênis? O ideal é com tênis, mesmo na areia fofa. Não existe contra-indicação, porém na areia batida, mais próxima à água, o ideal é o uso de um tênis com amortecedor. A terra batida amortece menos, o que aumenta a chance de problemas como a tendinite, principalmente na planta dos pés. Além disso, há um aumento de sobrecarga na região do joelho e nas articulações. Já na areia fofa, como ela absorve o impacto, a chance de processos inflamatórios diminui. Porém aumenta o risco de entorses já que o terreno tem menos estabilidade.

7. Para quem está correndo descalço, cuidado com o lixo na praia. Infelizmente não estamos a salvo de um caco de vidro, latinha de alumínio, palito de churrasco, tampa de garrafa ou quaisquer objetos cortantes que são deixados pelos banhistas nas areia.

8. Use roupas leves e claras, nada muito apertado. Após o treino dê um mergulho no mar!

9. Proteja também os olhos, use um bom óculos escuros pois o sol refletido na areia “machuca” o globo ocular.

10. Como a sudorese normalmente aumenta por causa da maior intensidade do esforço, procure hidratar-se mais vezes durante o treino. Não espere sentir sede ou o treino terminar para beber líquidos e não corra em jejum, pois a aceleração metabólica é também mais intensa, podendo fazer com que você se sinta mal com mais facilidade.

Se você seguir essas dicas, irá desfrutar de um excelente exercício físico. Mas cuidado! Procure a orientação de um treinador ou professor de educação física para lhe prescrever quantas vezes e qual a duração que seu treino deverá ter. Esta prescrição é importante e pode variar bastante de pessoa pra pessoa, pois o nível e a intensidade dos exercícios aplicados dependerão não só do condicionamento físico em que você se encontra, mas também do objetivo desejado.

Fonte: melhoramiga.com.br








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